Depois de chamar atenção na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e passar pelo Fantaspoa, “Labirinto dos Garotos Perdidos”, novo longa de Matheus Marchetti, chega aos cinemas brasileiros em 4 de junho. O filme marca também o primeiro lançamento nacional da FILMICCA no circuito exibidor.
Conhecido por trabalhos como “As Núpcias de Drácula” e “Verão Fantasma”, Marchetti retorna ao seu universo autoral que mistura fantasia, horror e desejo para construir uma espécie de conto de fadas urbano e queer ambientado na noite paulistana.
A trama acompanha Miguel, um jovem recém-chegado do interior que se perde pela cidade grande e atravessa uma sequência de encontros sexuais cada vez mais estranhos, enquanto uma ameaça misteriosa ronda a madrugada. Entre desejo, descoberta e perigo, o filme transforma ruas, parques e becos em um labirinto de experiências afetivas e sexuais.
Segundo o diretor, o longa nasceu de vivências pessoais e relatos de amigos, propondo um retrato da experiência homossexual contemporânea através da linguagem da fábula e do fantástico.
E nós já vimos. O Cinematografia Queer foi o primeiro portal a publicar uma crítica sobre o filme, destacando sua leitura da noite como espaço de fantasia, medo e descoberta. Leia nossa análise completa e descubra por que “Labirinto dos Garotos Perdidos” já desponta como uma das experiências mais singulares do cinema queer brasileiro recente.


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